Painel perioperatório
Paciente demonstrativo
Atualize os dados na aba Paciente.
Procedimento
Últimos registros
Cadastro e avaliação pré-operatória
Identificação e dados gerais
Comorbidades e antecedentes
Selecione condições relevantes para o histórico clínico. Esta lista inclui doenças frequentes na população brasileira e condições importantes para a anestesia. Para cada doença selecionada, indique controle e gravidade. A classificação pelo IMC entra automaticamente, sem clique adicional. Um diagnóstico isolado não determina a classe ASA.
Condições selecionadas
Termos livres exigem revisão do profissional e não entram nas regras automáticas.
Medicações em uso
Registre o tratamento habitual antes da cirurgia. Este histórico é separado dos medicamentos administrados durante o procedimento. O uso de um medicamento, isoladamente, não determina a classe ASA.
Dose habitual e última tomada são dados declarados, não doses administradas durante a cirurgia.
Avaliação ASA, classificação do estado físico
A ASA descreve o estado físico pré-anestésico. Não representa sozinha o risco cirúrgico. O sistema fornece uma proposta revisável, sem atribuição automática de classificação definitiva.
Preencha a avaliação.
Entenda as classes ASA I a VI
ASA I: paciente saudável.
ASA II: doença sistêmica leve, bem controlada, sem limitações funcionais importantes; também são exemplos tabagismo atual e obesidade com IMC de 30 a menos de 40 kg/m².
ASA III: doença sistêmica grave, como condição mal controlada ou com limitação funcional, ou IMC a partir de 40 kg/m².
ASA IV: doença sistêmica grave que constitui ameaça constante à vida.
ASA V: paciente moribundo cuja sobrevivência não é esperada sem cirurgia.
ASA VI: paciente com morte encefálica declarada para doação de órgãos.
E: sufixo para procedimentos de emergência, se clinicamente aplicável.
Exemplos orientativos da American Society of Anesthesiologists. O algoritmo não atribui automaticamente ASA V ou VI.
Via aérea, Mallampati modificado
Mallampati III ou IV sugere atenção adicional à via aérea. A classificação isolada não confirma dificuldade de laringoscopia, ventilação ou intubação.
Procedimento e cronologia
Registrar evento
Linha do tempo
Sinais vitais, entrada manual
Se uma pontuação RASS estiver selecionada abaixo, ela será registrada também junto aos sinais vitais, no mesmo horário. A PAM exibida é derivada da fórmula aritmética (PAS + 2 × PAD)/3 e não substitui medição direta.
Escala RASS, sedação e agitação
Avaliação observacional. O escore deve ser registrado após exame do paciente, não calculado por sinais vitais nem pela dose de medicamentos. Pode ser registrado isoladamente ou junto com os sinais vitais.
Como avaliar RASS e limitações
Observe o paciente inicialmente; se não estiver alerta, realize estímulo verbal e avalie o tempo de contato visual; quando indicado, estímulo físico conforme técnica padronizada e treinamento. Valores negativos descrevem respostas ao estímulo, e os positivos agitação observada. A RASS não substitui monitorização anestésica, não deve ser inferida automaticamente e pode ter limitações de aplicação em determinados contextos de anestesia geral.
Referência: Merck Manual, Richmond Agitation-Sedation Scale; Ministério da Saúde, Escala de Sedação de RASS.
Histórico de RASS
Histórico de sinais vitais
Administração de medicamentos
Administração individual
Registre primeiro o que foi administrado. A apresentação da ampola ou solução é opcional e serve para calcular o volume em mL, sem sugerir doses.
Informar apresentação / diluição para calcular volume em mL (opcional)
Informe a quantidade total de medicamento na preparação utilizada e o volume final dessa preparação. Se houve diluição, use o volume final após a diluição.
Exemplo de preenchimento fictício: ampola com 15 mg em 3 mL, dose realmente aplicada 3 mg. Volume calculado: 0,6 mL. Não informe 15 mg como dose se foram administrados somente 3 mg.
Combo de medicamentos
Agrupe dois ou mais lançamentos em um único evento e horário, mantendo a dose realmente aplicada, a via e a apresentação de cada medicamento separadas. Não constitui orientação de misturar fármacos ou administrá-los no mesmo acesso.
Relação temporal com sinais vitais e RASS
Cada administração é posicionada na linha do tempo com as observações mais próximas, até 30 minutos antes e depois. O sistema não atribui causalidade, efeitos esperados ou eventos adversos aos medicamentos.
Histórico de medicamentos
Fluidos, volume infundido
Registrar volume administrado
Somente volumes de entrada informados. O total não representa balanço hídrico, pois saídas e perdas não são registradas nesta versão. Registrar solução em Medicamentos não lança volume automaticamente aqui.
Infusões registradas
Recuperação pós-anestésica
Estado de consciência
Escolha um valor se a escala for aplicável.
Escala de Coma de Glasgow
Registrar E, V e M separadamente. O total de 3 a 15 só é calculado com os três componentes testáveis. Sedação, intubação e bloqueio neuromuscular podem limitar a interpretação.
Condições respiratórias e hemodinâmicas
Escolha um modelo e revise o texto de acordo com os achados do paciente. Nenhuma condição clínica é presumida pelo aplicativo.
Atualizado a partir de Medicamentos, inclusive combos. Exibe somente administrações registradas, sem inferir analgesia adequada, indicação, ausência de dor ou efeito terapêutico. Cetamina e lidocaína são sinalizadas como possíveis adjuvantes, pois a finalidade depende do contexto.
Modelos de documentação. Não são diagnósticos automatizados ou critérios de alta.
Ficha demonstrativa
Calculadora de medicações e sedação
Paciente e objetivo da sedação
1. Medicamento e preparação conferida
Referência por medicamento e indicação
Faixas adultas transcritas do Manual Prático de Sedação Avançada enviado. Selecione uma indicação e depois um valor para preencher a taxa. O alvo RASS não define a dose, e as faixas não representam prescrição validada.
O valor escolhido é um ponto de referência do texto, não um ajuste automático para RASS. Conferir apresentação, concentração real, indicação, condições do paciente, protocolo local e monitorização.
Informe quantidade total do fármaco, volume final e dose ou taxa para calcular.
O botão de transferência apenas preenche o formulário de registro documental, sem salvar ou administrar medicamentos.
2. Solução com dois componentes, análise aritmética
Usar somente para simular uma solução cuja composição e compatibilidade já tenham sido verificadas pelo protocolo institucional. Selecionar dois medicamentos aqui não comprova que possam ser misturados no mesmo recipiente. A calculadora exibe a dose horária de cada componente na velocidade informada.
3. Fluidos e gotejamento matemático
4. Referências consultadas e limites
As funções aritméticas foram inspiradas nas categorias disponíveis no CalcMedic e Cognys Meds. O manual de sedação enviado descreve diferenças de apresentações e concentração entre soluções; a folha enviada organiza medicamento, horário, PA, SpO₂/O₂, FC, FR e RASS na mesma linha. O PS Zerado contém prescrições de emergências, que não devem ser importadas indiscriminadamente como protocolos perioperatórios.
Medicamentos relevantes, páginas de referência, sem indicação automática de doses
Manual Prático de Sedação Avançada: fentanil (p. 9 a 13), morfina (p. 14 a 16), cetamina (p. 23 a 25), dexmedetomidina (p. 26 a 27), diazepam (p. 28 a 30), midazolam e flumazenil (p. 35 a 37), propofol (p. 38 a 40), lidocaína (p. 61 a 62), combinações (p. 66 a 68). A paginação é a do PDF anexado. Esquemas e doses descritos nesses materiais são candidatos a revisão clínica, não parâmetros aprovados para prescrição.
| Fármaco | Indicação descrita no manual | Referência do material (adultos) | Página do PDF |
|---|---|---|---|
| Midazolam | Sedação leve EV, em bolus | Incrementos descritos de 2 mg. O manual distingue essa indicação da manutenção em paciente intubado. | 35 |
| Midazolam | Manutenção de paciente intubado | 0,1 a 0,3 mg/kg/h, conforme contexto do manual. | 35 |
| Fentanil | Analgesia durante sedação EV | O texto descreve 1 a 2 mL da apresentação 50 mcg/mL, equivalentes a 50 a 100 mcg, com titulação e vigilância respiratória. | 11 a 12 |
| Propofol | Sedação leve EV | 0,5 a 1 mg/kg (bolus), e para manutenção de intubação 25 a 150 mcg/kg/min, indicações diferentes. | 38 a 39 |
| Cetamina | Sedação leve EV | 0,05 a 0,3 mg/kg; manutenção de paciente intubado 0,1 a 1 mg/kg/h. | 23 |
| Dexmedetomidina | Infusão de manutenção | 0,2 a 0,7 mcg/kg/h; não tratar como bolus rápido. | 26 |
| Diazepam | Sedação leve EV | 0,1 a 0,2 mg/kg, com limites adicionais descritos no texto. Diluição e estabilidade exigem verificação em bula. | 28 a 29 |
| Morfina | Analgesia EV | 2 a 3 mg em bolus titulados na descrição do autor; não usar como fórmula para prever RASS. | 14 |
| Flumazenil | Reversão de benzodiazepínico | O material descreve o antídoto, porém a decisão exige avaliação específica de risco, interações e contraindicações. | 36 a 37 |
Atenção: valores transcritos e reorganizados para conferência técnica, não representam diretriz verificada, dose segura para qualquer paciente ou protocolo assistencial. Não são carregados automaticamente nos campos.